Revista Gestão RH, Edição 145 / 2019 – Profissional Sim, Humano Sempre!!

Revista Gestão RH, Edição 145 / 2019 – Profissional Sim, Humano Sempre!!

Se você é daquele que acredita naquela máxima de que “problemas pessoais, só da porta para fora da empresa”, esse artigo é para você! Você acha mesmo que é possível separar sua vida pessoal de sua vida profissional? Veja bem, eu sei que você sabe controlar suas emoções e faz de tudo para não demonstrá-las na empresa, mas o que fazer quando o fator de desequilíbrio emocional está envolvido no seu expediente? Eu sei que você é um bom profissional e não deixa a peteca cair no trabalho mesmo com suas emoções abaladas, mas quando estamos numa situação pessoal complicada é natural que respingue um pouco na sua performance. Ninguém é de ferro. Ha muito tempo atrás falava-se em equilíbrio entre vida pessoal e profissional. O fato de equilibrar as áreas nos remete a ideia de separação. Hoje não falamos mais em equilibrar e sim em integrar todas as áreas de sua vida. Se estamos felizes em casa provavelmente essa boa emoção se refletira no trabalho e quando estamos tristes com o trabalho, sem dúvida que levamos nossas preocupações para nosso lar. Por isso que temos que ter consciência de nossas responsabilidades para não prejudicar mais áreas de nossas vidas, ou seja, para o problema não se tornar maior do que deveria. O que quero abordar nesse artigo e que tais situações acontecem com quase todo mundo, porem esses problemas pessoais ainda não são aceitos na empresa e nem podemos dizer tais coisas no trabalho pois “não pega bem” compartilha-las, vou citar alguns exemplos reais, que já vivenciei no decorrer da minha trajetória profissional: Diretor da empresa está vivendo...
Revista Gestão RH – Edição 144 / 2019 – Você sabe diferenciar suas conexões, amizades verdadeiras e as alianças que precisa para vida profissional?

Revista Gestão RH – Edição 144 / 2019 – Você sabe diferenciar suas conexões, amizades verdadeiras e as alianças que precisa para vida profissional?

Quantos amigos você tem em suas redes sociais? Mas será que realmente são seus “amigos”? Não se engane! Estar conectado a alguém significa uma coisa, amizade outra e aliança então nem se fala. Não confundam as coisas. Importante sabermos diferenciar nossas conexões, amizades verdadeiras e as alianças que precisamos para vida profissional. Ninguém cresce sozinho, todos nós precisamos em algum momento de alguém, uma ajuda, uma mão forte para nos levantar dos tombos que levamos no trabalho. Não lhe parece razoável, portanto, cuidar do assunto com um enfoque mais inteligente do que o desleixo que a maioria das pessoas utiliza? A premissa básica do networking é a de uma relação puramente profissional, não tem nada a ver com amizade. O velho e bom ditado que diz “amigos, amigos – negócios à parte” é verdadeiro na prática do networking, afinal de contas amigos do peito não cobram favores, enquanto integrantes da rede de contatos dependem disso. O erro mais comum que profissionais cometem e acionar sua rede de contatos somente quando ficam desempregados. Não é assim que se faz networking. O processo é cíclico: deve-se começar aos poucos, dar e receber, depois usar o próprio crescimento para expandir seus contatos à medida que for tendo sucesso. Acionar sua rede de contatos não pode gerar constrangimento. Pressupõe atender aos seus interesses, é claro, e também ajudar os outros a satisfazerem os deles. Reputação e confiança são essenciais para consolidar este tipo de relacionamento, que beneficia ambos os lados, embora nem sempre a troca seja justa. Manter os contatos e cultivar relacionamentos implica cumprir várias tarefas. A principal mensagem que esse tipo...
Por que muitos profissionais que tem a carreira em suas próprias mãos são infelizes no trabalho? O que podemos fazer a respeito?

Por que muitos profissionais que tem a carreira em suas próprias mãos são infelizes no trabalho? O que podemos fazer a respeito?

A vida é muito curta para sermos infelizes no trabalho. Mesmo assim, inúmeros profissionais com liberdade para definir a própria carreira estão desmotivados e insatisfeitos. A Associação Americana de Psicologia descobriu, no inicio de 2017, que, mais do que nunca, os americanos reclamam de estresse devido a política, a velocidade das mudanças e as incertezas no mundo. Mas nem sempre as pressões externas que nos jogam nos braços da infelicidade: as vezes nós mesmos fazemos isso! Existem 3 armadilhas comuns que levam a autossabotagem: 1 – armadilha da ambição; 2 – armadilha do “dever” – fazer o que é esperado 3 – armadilha de trabalhar em excesso. Armadilha da ambição: O esforço para alcançar metas e promover a carreira nos motiva a dar o melhor de nós. Mas, quando a ambição é combinada com hipercompetitividade e com foco exclusivo na vitória, enfrentamos problemas. Tornamo-nos cegos ao impacto de nossas ações sobre nós mesmos e sobre os outros; os relacionamentos e a colaboração são prejudicados, começamos a buscar objetivos só para atingir metas e o trabalho perde o significado. Armadilha do “dever”: Fazer o que pensamos que devemos fazer em vez do que queremos de fato fazer pode nos prejudicar em algum momento da vida profissional. É verdade que algumas das regras não escritas são positivas e acabam moldando nossa carreira, como por exemplo terminar estudo para ajudar família, ser pontual e educado no trabalho. Mas muitas das normas no trabalho que chamamos de “deveres” forçam-nos a fazer escolhas que minam nosso potencial e sufocam nossos sonhos. Para serem bem sucedidas na maioria das empresas, as pessoas obedecem a determinadas...
Quantos “pés na bunda” você precisa levar para entender que  acabou seu período nesta empresa?

Quantos “pés na bunda” você precisa levar para entender que acabou seu período nesta empresa?

Seja nos relacionamentos amorosos e até mesmo nas relações de trabalho, existem sinais que indicam que realmente acabou seu período naquele lugar e que insistir não te levara a lugar nenhum. As vezes não queremos aceitar a realidade, afinal de contas lutamos tanto por aquela promoção na empresa, lutamos para sermos reconhecidos, respeitados, valorizados, queremos ter paciência e aguardar mais um pouquinho pois temos esperança de que “quem espera sempre alcança”. Mas nem sempre esse ditado corresponde a verdade. Quantos “pés na bunda” você terá que levar para entender que é preciso saber colocar um ponto final e aceitar que naquela empresa as coisas não vão adiante como gostaríamos. Em minha prática com treinamentos pelas empresas, vejo que muitos profissionais cresceram demais para suas empresas, chegaram com algumas competências e no decorrer dos anos de trabalho foram estudando, se aperfeiçoando, adquirindo novas habilidades técnicas e comportamentais e por isso ficaram “enormes” para suas empresas e as mesmas não tem mais condições de retribuir esse crescimento, seja na forma de remuneração, reconhecimento ou oportunidades. Se você é um desses profissionais que sente que cresceu demais e já não cabe na estrutura de sua empresa, entenda que provavelmente eles jamais irão te demitir, afinal de contas é sempre muito bom ter profissionais competentes por perto, então meu caro, chegou momento de você tomar uma decisão. Não se trata de falta de visão e tampouco má vontade de sua empresa em não atender suas solicitações, simplesmente ela não conseguira retribuir pela sua entrega. Simples assim. Você que cresceu demais e está na hora de mudar de empresa (se deseja continuar crescendo) pois...