Quantos amigos você tem em suas redes sociais? Mas será que realmente são seus “amigos”? Não se engane! Estar conectado a alguém significa uma coisa, amizade outra e aliança então nem se fala. Não confundam as coisas.
Importante sabermos diferenciar nossas conexões, amizades verdadeiras e as alianças que precisamos para vida profissional.
Ninguém cresce sozinho, todos nós precisamos em algum momento de alguém, uma ajuda, uma mão forte para nos levantar dos tombos que levamos no trabalho. Não lhe parece razoável, portanto, cuidar do assunto com um enfoque mais inteligente do que o desleixo que a maioria das pessoas utiliza?
A premissa básica do networking é a de uma relação puramente profissional, não tem nada a ver com amizade. O velho e bom ditado que diz “amigos, amigos – negócios à parte” é verdadeiro na prática do networking, afinal de contas amigos do peito não cobram favores, enquanto integrantes da rede de contatos dependem disso.
O erro mais comum que profissionais cometem e acionar sua rede de contatos somente quando ficam desempregados. Não é assim que se faz networking. O processo é cíclico: deve-se começar aos poucos, dar e receber, depois usar o próprio crescimento para expandir seus contatos à medida que for tendo sucesso.
Acionar sua rede de contatos não pode gerar constrangimento. Pressupõe atender aos seus interesses, é claro, e também ajudar os outros a satisfazerem os deles. Reputação e confiança são essenciais para consolidar este tipo de relacionamento, que beneficia ambos os lados, embora nem sempre a troca seja justa.
Manter os contatos e cultivar relacionamentos implica cumprir várias tarefas. A principal mensagem que esse tipo de comportamento envia é a de que você está interessado em desenvolver uma relação benéfica para ambos os lados.
Trate, portanto, de causar a melhor primeira impressão que puder, mostre que se importa com os outros e trabalhe para construir uma boa imagem. Assim, todo mundo vai querer entrar na sua rede.
Já para a construção de uma boa aliança vai requerer mais tempo, mais dedicação e empenho. É uma aproximação, quase que um tipo de “amizade”, mas com interesse de trabalho em primeiro lugar, por isso você deve obedecer as “regras” (nem sempre ditas) de boa convivência que nosso papel profissional exige.

O que isso quer dizer? Para um amigo, podemos ser nós mesmos, livres de julgamentos, para um contato de aliança, não! Deve-se limitar aos interesses profissionais e envolve parcerias de trabalho e confiança na entrega de seus serviços, por isso que “pisar na bola” e não entregar o que foi prometido é motivo para rompimento de aliança.
Aliança requer troca de favores mais elaborados que uma simples conexão, vai além de indicação, não é formal, afinal ninguém assina nenhum documento, está atrelada a parceria, camaradagem e muitas vezes até irmandade.
Para começar a construir aliança, comece atendendo um favor de alguém que você admira profissionalmente. Sempre que alguém te pedir algo e você puder atender, faça de bom grado! No início se dá mais do que se recebe.
Entenda que para quase tudo nesta vida existe interesse! Até nas amizades. Como você difere uma boa amizade de uma má amizade? Uma boa amizade se dá quando há interesse genuíno na pessoa; requer estar junto, gostar e querer bem.
Já uma má amizade é aquela que você sente que a pessoa só quer algo seu (seja material ou não) e o que ela te dá em troca não é algo positivo.
Ninguém gosta dos interesseiros! Então premissa básica seja para uma boa amizade, seja para boa conexão ou uma boa aliança é entregar mais de suas qualidades do que esperar algo em troca.

Gostou do artigo? Útil para alguém? Então compartilhe!
Quer saber mais?
Siga-me nas redes sociais nas quais sempre compartilho e posto conteúdo e materiais sobre temáticas de gestão de pessoas.
Instagram @danieladolago
facebook: treinamentos Daniela do Lago