Revista Gestão RH, Edição 145 / 2019 – Profissional Sim, Humano Sempre!!

Revista Gestão RH, Edição 145 / 2019 – Profissional Sim, Humano Sempre!!

Se você é daquele que acredita naquela máxima de que “problemas pessoais, só da porta para fora da empresa”, esse artigo é para você! Você acha mesmo que é possível separar sua vida pessoal de sua vida profissional? Veja bem, eu sei que você sabe controlar suas emoções e faz de tudo para não demonstrá-las na empresa, mas o que fazer quando o fator de desequilíbrio emocional está envolvido no seu expediente? Eu sei que você é um bom profissional e não deixa a peteca cair no trabalho mesmo com suas emoções abaladas, mas quando estamos numa situação pessoal complicada é natural que respingue um pouco na sua performance. Ninguém é de ferro. Ha muito tempo atrás falava-se em equilíbrio entre vida pessoal e profissional. O fato de equilibrar as áreas nos remete a ideia de separação. Hoje não falamos mais em equilibrar e sim em integrar todas as áreas de sua vida. Se estamos felizes em casa provavelmente essa boa emoção se refletira no trabalho e quando estamos tristes com o trabalho, sem dúvida que levamos nossas preocupações para nosso lar. Por isso que temos que ter consciência de nossas responsabilidades para não prejudicar mais áreas de nossas vidas, ou seja, para o problema não se tornar maior do que deveria. O que quero abordar nesse artigo e que tais situações acontecem com quase todo mundo, porem esses problemas pessoais ainda não são aceitos na empresa e nem podemos dizer tais coisas no trabalho pois “não pega bem” compartilha-las, vou citar alguns exemplos reais, que já vivenciei no decorrer da minha trajetória profissional: Diretor da empresa está vivendo...
Por que muitos profissionais que tem a carreira em suas próprias mãos são infelizes no trabalho? O que podemos fazer a respeito?

Por que muitos profissionais que tem a carreira em suas próprias mãos são infelizes no trabalho? O que podemos fazer a respeito?

A vida é muito curta para sermos infelizes no trabalho. Mesmo assim, inúmeros profissionais com liberdade para definir a própria carreira estão desmotivados e insatisfeitos. A Associação Americana de Psicologia descobriu, no inicio de 2017, que, mais do que nunca, os americanos reclamam de estresse devido a política, a velocidade das mudanças e as incertezas no mundo. Mas nem sempre as pressões externas que nos jogam nos braços da infelicidade: as vezes nós mesmos fazemos isso! Existem 3 armadilhas comuns que levam a autossabotagem: 1 – armadilha da ambição; 2 – armadilha do “dever” – fazer o que é esperado 3 – armadilha de trabalhar em excesso. Armadilha da ambição: O esforço para alcançar metas e promover a carreira nos motiva a dar o melhor de nós. Mas, quando a ambição é combinada com hipercompetitividade e com foco exclusivo na vitória, enfrentamos problemas. Tornamo-nos cegos ao impacto de nossas ações sobre nós mesmos e sobre os outros; os relacionamentos e a colaboração são prejudicados, começamos a buscar objetivos só para atingir metas e o trabalho perde o significado. Armadilha do “dever”: Fazer o que pensamos que devemos fazer em vez do que queremos de fato fazer pode nos prejudicar em algum momento da vida profissional. É verdade que algumas das regras não escritas são positivas e acabam moldando nossa carreira, como por exemplo terminar estudo para ajudar família, ser pontual e educado no trabalho. Mas muitas das normas no trabalho que chamamos de “deveres” forçam-nos a fazer escolhas que minam nosso potencial e sufocam nossos sonhos. Para serem bem sucedidas na maioria das empresas, as pessoas obedecem a determinadas...

“Ninguém motiva ninguém. Motivação significa motivo para ação, vem de dentro e por isso é tão especial. Você sabe qual é seu motivo?”

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