6 dicas para dizer NÃO ao chefe

6 dicas para dizer NÃO ao chefe

Logo ao ser contratado, o funcionário recebe uma descrição de suas atividades e responsabilidades na empresa. Mas todos que já trabalharam, porém, sabem que, constantemente, podem surgir as solicitações de última hora do chefe. O fato é que, cada vez mais, as companhias esperam e exigem que os colaboradores façam mais do que consta em seu descritivo de funções. Os pedidos “para ontem”, muitas vezes, testam a capacidade do funcionário com tarefas novas. Além disso, têm a finalidade de identificar os profissionais mais dispostos, os que podem ter condições de receber uma promoção e, principalmente, os que têm jogo de cintura. Até aí tudo bem, afinal, quebrar o galho do chefe faz parte das atividades corporativas. O problema é quando esses pedidos passam a ser corriqueiros e começam a atrapalhar o desempenho nos afazeres habituais. Essa é a hora de dizer não! Dizer não talvez seja uma das tarefas mais difíceis em uma empresa, mas ela deve ser feita. Por isso, antes de recusar um pedido vindo de cima, veja algumas dicas para não prejudicar sua imagem profissional: 1 – Organize sua agenda de forma realista, o que significa definir compromissos com certa flexibilidade. Deixe espaço para mudanças de última hora, pois uma agenda muito rígida e com compromissos consecutivos, dificilmente será cumprida e causará frustração; 2 – Pressa e vontade de resolver tudo levam você a subestimar a duração das tarefas. Para lidar com o acúmulo de funções, é preciso ser eficaz e fazer primeiro o que agrega mais valor. A melhor maneira de fazer isso é escolher e negociar bem quais atividades você sabe executar e que...
Voce é um profissional emotivo? 3 atitudes nada profissionais que podem te prejudicar na empresa

Voce é um profissional emotivo? 3 atitudes nada profissionais que podem te prejudicar na empresa

As emoções nos acompanham a todos tempo e esta presente na vida de qualquer pessoa. É válido lembrar a todo profissional que aquela velha premissa de que emoção não se deve mostrar na empresa é balela! Eu diria que é humanamente impossível. Se algo ruim ou bom acontece em casa, natural que se reflita no trabalho e vice-versa. É importante também lembrar que isso não significa que deva se deixar levar pelas emoções. Sentir emoção é natural e melhor ainda quando você a controla e não o contrario. Um bom exemplo disso é que a maioria dos crimes cometidos no mundo aconteceram no “calor da emoção”, ou seja, quando você deixa a emoção te controlar, provável que fará alguma bobagem. Pelas empresas por onde passo é muito comum encontrar profissionais que adoram falar sobre seus problemas, dilemas com familiares, filhos, vida financeira e de sua própria vida. O funcionário com esse perfil é considerado emotivo e sua presença pode prejudicar o desempenho dos colegas de trabalho. Vale lembrar que o chefe ou as pessoas da equipe não são obrigados a se emocionar ou se envolver com seus problemas. E você não deve ficar chateado contando a todos sobre a “insensibilidade” do chefe ou de colegas. Muita cautela para não entrar nesse caminho. Ambiente corporativo não é terapia, muito menos encontro de final de semana. 
Aqui vão algumas atitudes no dia a dia que são consideradas poucos profissionais e que todo funcionário que deseja ter sucesso na carreira precisa ficar atento para não ter: 1 – Uso inadequado dos recursos da empresa: Muita gente tem o habito de usar o...
Ralação do Início de carreira.

Ralação do Início de carreira.

Independente da quantidade de cursos técnicos que já tenha feito e da quantidade de diplomas e certificados que possui, a experiência profissional só acontece quando é vivida: Você é o único que pode experimenta-la! E como uma estrada que só pode ser caminhada por você. A prática de mercado vigente é que todo profissional chega ate uma empresa segundo as habilidades técnicas. Como isso acontece? Alguém da área de recursos humanos fez um filtro de maneira muito “fria” segundo informações técnicas contidas no curriculum: onde se formou; quais idiomas domina e cursos realizados. Neste momento você é chamado para uma primeira entrevista e após processo seletivo começa sua jornada no primeiro trabalho. Acontece que logo no inicio de nossas carreiras, mesmo que tenhamos feito muitos cursos técnicos, será necessário desenvolver na prática todo aquele conhecimento adquirido e isso significa arregaçar as mangas e trabalhar! Como esse jovem ainda não tem experiência profissional, e muito provável que terá que fazer um monte de atividades que chamo de “tenho que”. Existem tarefas no nosso cotidiano que gostamos de fazer e outras tarefas que “temos que “ fazer. São aquelas atividades tidas como chatas, operacionais e rotineiras, mas extremamente necessárias para a organização e controle dos processos da empresa. A medida que o jovem profissional vai mostrando resultado, a parcela de atividades “tenho que” vai diminuindo e aumenta a parcela de atividades que ele gosta de fazer! Portanto, ao receber uma tarefa chata para fazer, faca logo com excelência, assim bons resultados aparecerão e num curto espaço de tempo estará livre daquele enrosco e se dedicando a atividades que gosta de fazer....
Por que muitos profissionais que tem a carreira em suas próprias mãos são infelizes no trabalho? O que podemos fazer a respeito?

Por que muitos profissionais que tem a carreira em suas próprias mãos são infelizes no trabalho? O que podemos fazer a respeito?

A vida é muito curta para sermos infelizes no trabalho. Mesmo assim, inúmeros profissionais com liberdade para definir a própria carreira estão desmotivados e insatisfeitos. A Associação Americana de Psicologia descobriu, no inicio de 2017, que, mais do que nunca, os americanos reclamam de estresse devido a política, a velocidade das mudanças e as incertezas no mundo. Mas nem sempre as pressões externas que nos jogam nos braços da infelicidade: as vezes nós mesmos fazemos isso! Existem 3 armadilhas comuns que levam a autossabotagem: 1 – armadilha da ambição; 2 – armadilha do “dever” – fazer o que é esperado 3 – armadilha de trabalhar em excesso. Armadilha da ambição: O esforço para alcançar metas e promover a carreira nos motiva a dar o melhor de nós. Mas, quando a ambição é combinada com hipercompetitividade e com foco exclusivo na vitória, enfrentamos problemas. Tornamo-nos cegos ao impacto de nossas ações sobre nós mesmos e sobre os outros; os relacionamentos e a colaboração são prejudicados, começamos a buscar objetivos só para atingir metas e o trabalho perde o significado. Armadilha do “dever”: Fazer o que pensamos que devemos fazer em vez do que queremos de fato fazer pode nos prejudicar em algum momento da vida profissional. É verdade que algumas das regras não escritas são positivas e acabam moldando nossa carreira, como por exemplo terminar estudo para ajudar família, ser pontual e educado no trabalho. Mas muitas das normas no trabalho que chamamos de “deveres” forçam-nos a fazer escolhas que minam nosso potencial e sufocam nossos sonhos. Para serem bem sucedidas na maioria das empresas, as pessoas obedecem a determinadas...