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Quem nunca sofreu uma injustiça no trabalho? Veja 5 dicas de como lidar com essa situação chata na empresa

Já dizia aquele ditado: “Quem conta um conto aumenta um ponto” e esse “disque me disse” no trabalho acontece quase que todos os dias deixando muita gente descontente, triste e com aquela sensação de injustiça. Sabe quando acontece uma situação e alguém fala para o chefe de uma maneira um pouco diferente do que realmente aconteceu na realidade? Toda situação tem perspectiva diferente de quem esta participando do fato em si. O problema esta na interpretação do ocorrido, e nesse momento sua imagem pode ficar “arranhada” porque um fulano contou primeiro sua versão equivocada sobre aquele evento para o chefe. Observo que devido a falta de tempo para se atentar aos dilemas de seus colaboradores, muitos chefes erram e tomam decisões equivocadas confiando na interpretação alheia. É difícil julga-los porque realmente não é fácil o exercício da liderança, mas vamos combinar que é de lascar a posição de quem esta sendo injustiçado! Muitos lideres não foram preparados para assumir cargos de liderança, muitos deles chegaram lá porque foram excelentes técnicos, mas lidar com gente requer habilidades comportamentais específicas que passam longe das técnicas. Infelizmente em alguns casos perde-se um excelente técnico e ganha-se um péssimo líder. Eu mesma já vivenciei os dois lados: infelizmente cometi erros interpretando situações sob minha perspectiva e também já fui inúmeras vezes mal interpretada e julgada no trabalho. A diferença é que tanto eu, quanto vários lideres quando percebemos um erro, buscamos corrigi-los imediatamente, mas infelizmente nem todo líder dá braço a torcer quando erram e a corda pode estourar para seu lado. Pensando nisso, listei abaixo algumas dicas para lidar com essa situação... ler mais

Você já elogiou seu chefe hoje?

Escrevi um artigo que tratou sobre a falta de capacidade do líder elogiar um funcionário e recebi uma enxurrada de e-mails de lideres compartilhando seus dilemas e o quanto se sentem muitas vezes injustiçados no papel de lider. É mais comum encontrar reclamação do que elogio sobre a atuação do chefe. Talvez isso venha pelo fato de que muitos deles assumiram cargos de liderança sem serem preparados para tal responsabilidade, por simplesmente perfomarem bem em suas atividades e como consequência dos bons resultados “ganham” um cargo de liderança, erro basico que ainda muitas empresas cometem, o de considerar a elevação do nivel hierárquico como uma especie de caminho “natural” de crescimento do profissional. Muitas vezes perde-se um excelente especialista e ganha-se um péssimo lider. Realmente não é nada fácil exercer a liderança. Só sabe a complexidade da função quando se assume tal posto. E quem já assumiu esse papel fica complicado voltar atrás na carreira. O chefe sempre foi alvo certeiro da reclamação de muitos funcionários que não se esforçam para entender seus dilemas e dificuldades para ajustar interesses pessoais de cada colaborador com os interesses da empresa. Mas sejamos realistas, não é possivel que a maioria dos lideres sejam tão ruins assim no exercício da liderança! De um lado o líder esta lá para orientar sua equipe na direção das metas da empresa atingindo melhores resultados com qualidade e rapidez e do outro lado esta você para fazer o trabalho com excelência, no prazo e ajuda-lo nessa caminhada. Não parece uma troca simples? Para mim soa bem simples, mas por que tanta reclamacao do chefe? O mal é a... ler mais

Mulheres em cargos de liderança

Segundo a Organização Mundial do Trabalho (OIT), nós mulheres, mesmo representando mais de 49% do mercado de trabalho mundial temos pouca representatividade em cargos de liderança. A pesquisa Woman in Business, da consultoria Grant Thornton e feita com mais de 2.500 empresas em 36 países, nos mostra o retrato da liderança feminina no mercado de trabalho e de como essa questão, mesmo avançando muito nos últimos anos, ainda é um grande desafio para empresas do mundo todo. Por exemplo, no Brasil, em 2017 apenas 16% dos presidentes de empresas são mulheres e, por incrível que pareça, esse índice melhorou muito se olharmos para os 11% em 2016 e, apenas, 5% em 2015. O Brasil, mesmo com um índice baixo, está à frente da média global de 12% de mulheres nos cargos de presidências e CEOs. Com 40%, a Tailândia, é o pais com mais mulheres nesse cargo. Os países que detém os piores índices são: Nova Zelandia, com 2% e Austrália e Irlanda, com 3%. Já no cenário de cargos gerenciais e de liderança, onde a média global de mulheres nesses cargos é de 25%, o Brasil fica abaixo da média com apenas 19% de empresas lideradas ou gerenciadas por mulheres. Nesse quesito o Brasil está empatado com o Reino Unido (também 19%) e a frente apenas da Alemanha (18%), Índia (17%), Argentina (15%) e Japão (7%). Os países líderes nesse ranking são: Rússia (47%), Indonésia (46%) e Estônia, Filipinas e Polônia (40% cada). Outro quesito que o Brasil se destaca negativamente é o de empresas que não possuem mulheres em cargos de liderança, a média global é de... ler mais

Por que muitos profissionais que tem a carreira em suas próprias mãos são infelizes no trabalho? O que podemos fazer a respeito?

A vida é muito curta para sermos infelizes no trabalho. Mesmo assim, inúmeros profissionais com liberdade para definir a própria carreira estão desmotivados e insatisfeitos. A Associação Americana de Psicologia descobriu, no inicio de 2017, que, mais do que nunca, os americanos reclamam de estresse devido a política, a velocidade das mudanças e as incertezas no mundo. Mas nem sempre as pressões externas que nos jogam nos braços da infelicidade: as vezes nós mesmos fazemos isso! Existem 3 armadilhas comuns que levam a autossabotagem: 1 – armadilha da ambição; 2 – armadilha do “dever” – fazer o que é esperado 3 – armadilha de trabalhar em excesso. Armadilha da ambição: O esforço para alcançar metas e promover a carreira nos motiva a dar o melhor de nós. Mas, quando a ambição é combinada com hipercompetitividade e com foco exclusivo na vitória, enfrentamos problemas. Tornamo-nos cegos ao impacto de nossas ações sobre nós mesmos e sobre os outros; os relacionamentos e a colaboração são prejudicados, começamos a buscar objetivos só para atingir metas e o trabalho perde o significado. Armadilha do “dever”: Fazer o que pensamos que devemos fazer em vez do que queremos de fato fazer pode nos prejudicar em algum momento da vida profissional. É verdade que algumas das regras não escritas são positivas e acabam moldando nossa carreira, como por exemplo terminar estudo para ajudar família, ser pontual e educado no trabalho. Mas muitas das normas no trabalho que chamamos de “deveres” forçam-nos a fazer escolhas que minam nosso potencial e sufocam nossos sonhos. Para serem bem sucedidas na maioria das empresas, as pessoas obedecem a determinadas... ler mais

Quantos “pés na bunda” você precisa levar para entender que acabou seu período nesta empresa?

Seja nos relacionamentos amorosos e até mesmo nas relações de trabalho, existem sinais que indicam que realmente acabou seu período naquele lugar e que insistir não te levara a lugar nenhum. As vezes não queremos aceitar a realidade, afinal de contas lutamos tanto por aquela promoção na empresa, lutamos para sermos reconhecidos, respeitados, valorizados, queremos ter paciência e aguardar mais um pouquinho pois temos esperança de que “quem espera sempre alcança”. Mas nem sempre esse ditado corresponde a verdade. Quantos “pés na bunda” você terá que levar para entender que é preciso saber colocar um ponto final e aceitar que naquela empresa as coisas não vão adiante como gostaríamos. Em minha prática com treinamentos pelas empresas, vejo que muitos profissionais cresceram demais para suas empresas, chegaram com algumas competências e no decorrer dos anos de trabalho foram estudando, se aperfeiçoando, adquirindo novas habilidades técnicas e comportamentais e por isso ficaram “enormes” para suas empresas e as mesmas não tem mais condições de retribuir esse crescimento, seja na forma de remuneração, reconhecimento ou oportunidades. Se você é um desses profissionais que sente que cresceu demais e já não cabe na estrutura de sua empresa, entenda que provavelmente eles jamais irão te demitir, afinal de contas é sempre muito bom ter profissionais competentes por perto, então meu caro, chegou momento de você tomar uma decisão. Não se trata de falta de visão e tampouco má vontade de sua empresa em não atender suas solicitações, simplesmente ela não conseguira retribuir pela sua entrega. Simples assim. Você que cresceu demais e está na hora de mudar de empresa (se deseja continuar crescendo) pois... ler mais

Como fica o trabalho quando seu coração está partido?

Quando você sofre um acidente de qualquer tipo, quebra qualquer membro do corpo, seja um braço ou uma perna, vai direto para hospital, coloca gesso no membro quebrado e fica em repouso em casa, longe do trabalho por alguns dias ate se recuperar, mas e quando você quebra o coração? Me refiro a essa expressão “quebrar o coração” não no sentido pejorativo e julgador da palavra, mas quem nunca passou por situações pessoais complicadas nesta vida? Há tempo atrás falávamos em equilíbrio entre vida pessoal e profissional, hoje falamos em integração, afinal essa linha divisória já não existe mais. Quando a gente sofre qualquer decepção na vida, as marcas são inevitáveis. Pode ser que você tenha terminado um relacionamento amoroso, que você foi traído(a), levou um “pé na bunda” ou ate mesmo esteja passando por um divórcio. E ai? Como fazer para manter bom desempenho nesses momentos que está com coração partido? Nossa atrasada CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) não prevê licença para este tipo de dor. E confie em mim, penso que deveria! Está na hora de sermos mais humano no trabalho. Esses dias estava numa empresa atendendo uma executiva de um grande banco, quando a mesma foi avisada por telefone que seu ex-marido (cuja briga pela guarda filhos estava nas mãos da justiça), buscou seus filhos na escola e estava indo para aeroporto pois pretendia fugir com as crianças. Foi aquele desespero! Você acha que essa executiva iria performar na empresa? Nem em sonho! Eu sei que você é um bom profissional e não deixa a peteca cair no trabalho mesmo com suas emoções abaladas, mas... ler mais

Será que eu sou próximo a ser demitido?

O aumento do desemprego e uma crise econômica e politica instalada no Brasil, uma duvida paira e assombra a cabeça de muitos trabalhadores: Será que sou o próximo a ser demitido? Com esse sentimento de incerteza é natural que todos queiram se preparar para imprevistos como uma demissão. Mas muito cuidado nessa hora: a paranoia pode ser sua maior inimiga e minar ainda mais a sua produtividade. É preciso saber colocar na balança quais são realmente os indicadores de que você está na corda bamba. Veja bem, as vezes esses “sinais” de uma demissão eminente não estão direcionados especificamente na sua direção em decorrência do seu desempenho ou comportamento, mas pode respingar em você, pois empresa pode precisar demitir e reestruturar para conseguir sobreviver no mercado. Sinto muito, mas faz parte do jogo! Muitas empresas tem planejamento e fôlego financeiro para manter sua estratégia por um bom tempo, mas infelizmente não é a realidade da maioria das empresas. Lamento de verdade que ainda no Brasil o planejamento a longo prazo seja visto como “perda de tempo” e algumas empresas só reagem ao agora e mantem estratégias a curto prazo. É importante entender que uma demissão faz parte do jogo corporativo, assim como você foi contratado, promovido, uma demissão também pode acontecer na sua carreira, e isso é perfeitamente normal. Sejamos realistas, mesmo nas épocas boas, para se manterem competitivas algumas demissões são necessárias, ajudam a proteger os interesses dos acionistas e a evitar demissões ainda maiores no futuro. Não adianta se preocupar com algo que não pode controlar. É exatamente nesse momento de crise e incerteza que os inteligentes... ler mais

O futuro próximo do trabalho com CLT descomplicada. Como você encontrará habilidades para lidar com reforma trabalhista?

Há um temor de que as mudanças propostas para a reforma trabalhista elimine empregos. E é acompanhado de um nervosismo ainda maior em relação a interpretação (na minha opinião, equivocada) de que cada trabalhador ira perder os direitos adquiridos ao longo de tanta luta no passado. É preciso ajustar a lupa para enxergar com clareza o que está por vir no que se refere ao mercado de trabalho. Nossa CLT foi concebida e promulgada numa época em que nem a máquina de escrever elétrica existia, é fato que suas diretrizes não comportam com o que vivenciamos hoje. Há 20 anos, havia menos de 700 mil robôs industriais em todo o mundo, segundo a International Federation of Robotics; hoje, há 1,8 milhão, e o numero pode chegar a 2,6 milhões até 2019. A produção manufatureira também cresceu, mas o emprego no setor caiu em várias economias avançadas. A tecnologia foi uma das causas dessas mudanças, mas não a única. Já observamos as impressoras 3D, biotecnologia e inteligência artificial vão afetar várias industrias. Tudo isso pode acontecer mais rápido do que esperamos. Com a internet, você ganha o mundo de concorrente. Especialistas dizem que a tecnologia poderá substituir os seres humanos em todos os setores. Em uma pesquisa pela PWC com mais de 5 mil pessoas do público em geral, em 22 países, 79% acreditam que a tecnologia provocaraá redução de emprego nos próximos cinco anos. Não surpreende que as pessoas estejam apreensivas. E a preocupação deveria ser com esse futuro próximo sobre escassez e mudança do trabalho e não sobre perpetuar direitos e deveres da CLT e até algumas regalias... ler mais
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