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Voce é um profissional emotivo? 3 atitudes nada profissionais que podem te prejudicar na empresa

Voce é um profissional emotivo? 3 atitudes nada profissionais que podem te prejudicar na empresa

As emoções nos acompanham a todos tempo e esta presente na vida de qualquer pessoa. É válido lembrar a todo profissional que aquela velha premissa de que emoção não se deve mostrar na empresa é balela! Eu diria que é humanamente impossível. Se algo ruim ou bom acontece em casa, natural que se reflita no trabalho e vice-versa.

É importante também lembrar que isso não significa que deva se deixar levar pelas emoções. Sentir emoção é natural e melhor ainda quando você a controla e não o contrario. Um bom exemplo disso é que a maioria dos crimes cometidos no mundo aconteceram no “calor da emoção”, ou seja, quando você deixa a emoção te controlar, provável que fará alguma bobagem.

Pelas empresas por onde passo é muito comum encontrar profissionais que adoram falar sobre seus problemas, dilemas com familiares, filhos, vida financeira e de sua própria vida. O funcionário com esse perfil é considerado emotivo e sua presença pode prejudicar o desempenho dos colegas de trabalho.

Vale lembrar que o chefe ou as pessoas da equipe não são obrigados a se emocionar ou se envolver com seus problemas. E você não deve ficar chateado contando a todos sobre a “insensibilidade” do chefe ou de colegas. Muita cautela para não entrar nesse caminho.

Ambiente corporativo não é terapia, muito menos encontro de final de semana. 
Aqui vão algumas atitudes no dia a dia que são consideradas poucos profissionais e que todo funcionário que deseja ter sucesso na carreira precisa ficar atento para não ter:

1 – Uso inadequado dos recursos da empresa:
Muita gente tem o habito de usar o telefone da empresa para falar com amigos e parentes mais próximos e até discutir relação com cônjuge. Hoje em dia é muito comum em um único ambiente fechado trabalharem várias pessoas juntas, sendo impossível não ouvir conversas particulares alheias, o que deve gerar um comentário pelos corredores depois sobre o assunto.
Passamos muitas horas no trabalho e perfeitamente normal ao longo do dia usarmos o telefone para fins particulares, mas cuidado com o exagero.
Isso sem contar com uso excessivo da internet da empresa para compras online, e-mails pessoais com aquelas mensagens lindas e longas de Power point e até conversinhas exageradas pelas redes sociais.

2 – Confundir amizade com sua obrigação no trabalho
Importante frisar que os amigos nós escolhemos tê-los em nossas vidas, na empresa dificilmente escolhemos quem irá trabalhar ao nosso lado. Portanto, é normal não gostarmos de muita gente no trabalho. Existem pessoas que naturalmente desenvolvem uma afinidade e outras não, e aí que a confusão toda acontece no dia a dia.
Se um amigo solicita uma informação, um dado ou relatório, a tendência do funcionário emotivo é fornecer o conteúdo com rapidez e excelência, mas se quem solicitou o trabalho porventura for aquele fulano que “não vai com a cara”, o funcionário emotivo dificulta os processos internos, prejudicando a produtividade da empresa. Lembre-se que sua empresa visa lucro através dos resultados. É para isso que você está lá. Não trave o processo senão quem estará fora dos negócios será você!

3 – Transformar a área do café no muro das lamentações
Área de uso comum é motivo de muitas brigas nas empresas. A área do café de cada departamento é um local muito importante para aquele momento de pausa entre um trabalho e outro, para um momento relaxante e de descompressão. Local ideal para ficar poucos períodos durante o dia e não todo o tempo.
Muitas pessoas ocupam as mesas do café ou estacionam ao lado da cafeteira contando assuntos pessoais. Isso atrapalha o transito das outras pessoas e você pode estar invadindo espaço alheio, ninguém gosta disso. Apesar da área do café ser de livre acesso, o fato de estar falando de problemas pessoais pode limitar que outras pessoas se sintam a vontade de pegar um cafezinho.

Pode parecer insensível o que direi, mas representa a mais pura realidade: nem sempre os colegas da empresa estão interessados em ouvir seus problemas profissionais, quanto mais pessoais.

E se você leu este artigo até este ponto e esta pensando algo como “nossa que chato trabalhar nesse tipo de empresa” ou “que absurdo, agora vou trabalhar numa prisão” comece e rever suas atitudes, provavelmente você é um funcionário emotivo!

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Ralação do Início de carreira.

Ralação do Início de carreira.

Independente da quantidade de cursos técnicos que já tenha feito e da quantidade de diplomas e certificados que possui, a experiência profissional só acontece quando é vivida: Você é o único que pode experimenta-la! E como uma estrada que só pode ser caminhada por você.

A prática de mercado vigente é que todo profissional chega ate uma empresa segundo as habilidades técnicas. Como isso acontece? Alguém da área de recursos humanos fez um filtro de maneira muito “fria” segundo informações técnicas contidas no curriculum: onde se formou; quais idiomas domina e cursos realizados. Neste momento você é chamado para uma primeira entrevista e após processo seletivo começa sua jornada no primeiro trabalho.

Acontece que logo no inicio de nossas carreiras, mesmo que tenhamos feito muitos cursos técnicos, será necessário desenvolver na prática todo aquele conhecimento adquirido e isso significa arregaçar as mangas e trabalhar!

Como esse jovem ainda não tem experiência profissional, e muito provável que terá que fazer um monte de atividades que chamo de “tenho que”.

Existem tarefas no nosso cotidiano que gostamos de fazer e outras tarefas que “temos que “ fazer. São aquelas atividades tidas como chatas, operacionais e rotineiras, mas extremamente necessárias para a organização e controle dos processos da empresa.

A medida que o jovem profissional vai mostrando resultado, a parcela de atividades “tenho que” vai diminuindo e aumenta a parcela de atividades que ele gosta de fazer! Portanto, ao receber uma tarefa chata para fazer, faca logo com excelência, assim bons resultados aparecerão e num curto espaço de tempo estará livre daquele enrosco e se dedicando a atividades que gosta de fazer.

Acontece que bem inicio da carreira de qualquer profissional quase que 100% das tarefas a executar são operacionais e chamadas de “tenho que” e ai que mora o perigo. Muitos jovens profissionais tem a ilusão de que farão somente atividades que gostam no trabalho e tendem a desistir do trabalho precocemente por não se adaptarem.

Vejo atualmente um quadro de muita ansiedade, intolerância, nervosismo e angustia. A grande maioria esta confusa sobre caminho profissional que começa a ser traçado. Isso sem contar os que se preparam muito, mas executam pouco.

Fazer o que gosta não significa fazer algo legal todos os dias.
O mundo não premia seu potencial e sim seu real! Pare com essa ilusão de que ira trabalhar somente com coisas que gosta de fazer e saiba lidar com situações chatas e difíceis.

Hoje em minha carreira, a maioria de tarefas que executo são as que amo fazer, mas ainda que em menor escala as atividades de “tenho que” me acompanham e não é privilegio só meu, isso acontece com todos profissionais, inclusive com o presidente de sua empresa.

Sabe porque seu chefe te dará um monte de tarefas “tenho que” para fazer no trabalho? Para te dar oportunidade de mostrar seu super talento e para poder traduzir para o mundo esse grande potencial que diz ter.

Não e o que você diz, mas sim o que você faz que conta no mundo corporativo. Se entender como uma grande oportunidade, passara rapidamente por esse período de grande ralação necessário para adquirir experiência.

Vale ressaltar também que no inicio da carreira geralmente ganhamos um salario “mixuruca”. A medida que entregamos bons resultados, assumimos mais responsabilidades, seu salario também ira aumentar nessa mesma proporção.
Quanto maior a responsabilidade, maior o salario.

A trajetória profissional não pode ser herdada, tampouco pode ser comprada e ninguém pode tira-la de você. Esta esperando o que para começar a trilha-la? Comece logo!

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Por que muitos profissionais que tem a carreira em suas próprias mãos são infelizes no trabalho? O que podemos fazer a respeito?

Por que muitos profissionais que tem a carreira em suas próprias mãos são infelizes no trabalho? O que podemos fazer a respeito?

A vida é muito curta para sermos infelizes no trabalho. Mesmo assim, inúmeros profissionais com liberdade para definir a própria carreira estão desmotivados e insatisfeitos.

A Associação Americana de Psicologia descobriu, no inicio de 2017, que, mais do que nunca, os americanos reclamam de estresse devido a política, a velocidade das mudanças e as incertezas no mundo. Mas nem sempre as pressões externas que nos jogam nos braços da infelicidade: as vezes nós mesmos fazemos isso!

Existem 3 armadilhas comuns que levam a autossabotagem:
1 – armadilha da ambição;
2 – armadilha do “dever” – fazer o que é esperado
3 – armadilha de trabalhar em excesso.

Armadilha da ambição:
O esforço para alcançar metas e promover a carreira nos motiva a dar o melhor de nós. Mas, quando a ambição é combinada com hipercompetitividade e com foco exclusivo na vitória, enfrentamos problemas. Tornamo-nos cegos ao impacto de nossas ações sobre nós mesmos e sobre os outros; os relacionamentos e a colaboração são prejudicados, começamos a buscar objetivos só para atingir metas e o trabalho perde o significado.

Armadilha do “dever”:
Fazer o que pensamos que devemos fazer em vez do que queremos de fato fazer pode nos prejudicar em algum momento da vida profissional. É verdade que algumas das regras não escritas são positivas e acabam moldando nossa carreira, como por exemplo terminar estudo para ajudar família, ser pontual e educado no trabalho. Mas muitas das normas no trabalho que chamamos de “deveres” forçam-nos a fazer escolhas que minam nosso potencial e sufocam nossos sonhos.

Para serem bem sucedidas na maioria das empresas, as pessoas obedecem a determinadas regras, como a forma de se vestir, de conversar, as pessoas com quem se relacionar e, às vezes, o estilo de vida fora do trabalho.
É um tal de nunca revelar a vida pessoal no trabalho porque era evidente que, na empresa as pessoas não aceitariam seu estilo de vida.
Se enxergarmos a carreira como um jogo então teremos um problemão. O fato de ter desconexão entre sua vida e a missão da empresa é a causa da infelicidade.

Viver escondido torna qualquer um infeliz e, conforme o comprometimento diminui e o desagrado com o trabalho e com colega acaba prejudicando desempenho profissional.

Armadilha da hora extra:
Diante da pressao do trabalho “sempre conectado” do seculo 21, algumas pessoas reagem passando cada momento de vigília trabalhando ou pensando em trabalho.

Não temos tempo para amigos, exercícios, alimentos saudáveis ou sono. Não brincamos com os filhos, nem mesmo os escutamos. Não ficamos em casa quando estamos doentes. Não reservamos tempo para conhecer as pessoas no trabalho ou nos colocar no lugar delas antes de tirar as conclusões.

O trabalho excessivo nos suga para uma espiral de negatividade: mais trabalho causa mais estresse, o aumento do estresse faz com que diminua a velocidade do cérebro, comprometendo nossa inteligencia emocional; e menos criatividade e habilidades para lidar com pessoas prejudica nossa capacidade de realização.

O trabalho excessivo seduz porque ainda é enaltecido em muitas empresas. Muitos funcionários sobrecarregados acham que trabalhar mais alivia o estresse, se terminarem o projeto ou relatório, a sensação de descontrole diminuirá. Mas evidentemente o trabalho nunca termina!

O que podemos fazer a respeito dessas armadilhas?
O primeiro passo é libertar-se e aceitar que você merece ser feliz no trabalho. Isso implica desistir da crença equivocada de que ele não pode ser uma fonte fundamental de satisfação.

O trabalho pode ser uma fonte real de felicidade desde que seja alimentado por um propósito significativo, uma visão esperançosa do futuro e amizades que te estimulem a crescer.

É de sua responsabilidade encontrar esse propósito, afinal ele é diferente para cada um de nós! E ai? Está esperando o que?

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Revista Gestão RH – Edição 144 / 2019 – Você sabe diferenciar suas conexões, amizades verdadeiras e as alianças que precisa para vida profissional?

Revista Gestão RH – Edição 144 / 2019 – Você sabe diferenciar suas conexões, amizades verdadeiras e as alianças que precisa para vida profissional?

Quantos amigos você tem em suas redes sociais? Mas será que realmente são seus “amigos”? Não se engane! Estar conectado a alguém significa uma coisa, amizade outra e aliança então nem se fala. Não confundam as coisas.
Importante sabermos diferenciar nossas conexões, amizades verdadeiras e as alianças que precisamos para vida profissional.
Ninguém cresce sozinho, todos nós precisamos em algum momento de alguém, uma ajuda, uma mão forte para nos levantar dos tombos que levamos no trabalho. Não lhe parece razoável, portanto, cuidar do assunto com um enfoque mais inteligente do que o desleixo que a maioria das pessoas utiliza?
A premissa básica do networking é a de uma relação puramente profissional, não tem nada a ver com amizade. O velho e bom ditado que diz “amigos, amigos – negócios à parte” é verdadeiro na prática do networking, afinal de contas amigos do peito não cobram favores, enquanto integrantes da rede de contatos dependem disso.
O erro mais comum que profissionais cometem e acionar sua rede de contatos somente quando ficam desempregados. Não é assim que se faz networking. O processo é cíclico: deve-se começar aos poucos, dar e receber, depois usar o próprio crescimento para expandir seus contatos à medida que for tendo sucesso.
Acionar sua rede de contatos não pode gerar constrangimento. Pressupõe atender aos seus interesses, é claro, e também ajudar os outros a satisfazerem os deles. Reputação e confiança são essenciais para consolidar este tipo de relacionamento, que beneficia ambos os lados, embora nem sempre a troca seja justa.
Manter os contatos e cultivar relacionamentos implica cumprir várias tarefas. A principal mensagem que esse tipo de comportamento envia é a de que você está interessado em desenvolver uma relação benéfica para ambos os lados.
Trate, portanto, de causar a melhor primeira impressão que puder, mostre que se importa com os outros e trabalhe para construir uma boa imagem. Assim, todo mundo vai querer entrar na sua rede.
Já para a construção de uma boa aliança vai requerer mais tempo, mais dedicação e empenho. É uma aproximação, quase que um tipo de “amizade”, mas com interesse de trabalho em primeiro lugar, por isso você deve obedecer as “regras” (nem sempre ditas) de boa convivência que nosso papel profissional exige.

O que isso quer dizer? Para um amigo, podemos ser nós mesmos, livres de julgamentos, para um contato de aliança, não! Deve-se limitar aos interesses profissionais e envolve parcerias de trabalho e confiança na entrega de seus serviços, por isso que “pisar na bola” e não entregar o que foi prometido é motivo para rompimento de aliança.
Aliança requer troca de favores mais elaborados que uma simples conexão, vai além de indicação, não é formal, afinal ninguém assina nenhum documento, está atrelada a parceria, camaradagem e muitas vezes até irmandade.
Para começar a construir aliança, comece atendendo um favor de alguém que você admira profissionalmente. Sempre que alguém te pedir algo e você puder atender, faça de bom grado! No início se dá mais do que se recebe.
Entenda que para quase tudo nesta vida existe interesse! Até nas amizades. Como você difere uma boa amizade de uma má amizade? Uma boa amizade se dá quando há interesse genuíno na pessoa; requer estar junto, gostar e querer bem.
Já uma má amizade é aquela que você sente que a pessoa só quer algo seu (seja material ou não) e o que ela te dá em troca não é algo positivo.
Ninguém gosta dos interesseiros! Então premissa básica seja para uma boa amizade, seja para boa conexão ou uma boa aliança é entregar mais de suas qualidades do que esperar algo em troca.

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Quem nunca sofreu uma injustiça no trabalho? Veja 5 dicas de como lidar com essa situação chata na empresa

Quem nunca sofreu uma injustiça no trabalho? Veja 5 dicas de como lidar com essa situação chata na empresa

Já dizia aquele ditado: “Quem conta um conto aumenta um ponto” e esse “disque me disse” no trabalho acontece quase que todos os dias deixando muita gente descontente, triste e com aquela sensação de injustiça.

Sabe quando acontece uma situação e alguém fala para o chefe de uma maneira um pouco diferente do que realmente aconteceu na realidade?

Toda situação tem perspectiva diferente de quem esta participando do fato em si.

O problema esta na interpretação do ocorrido, e nesse momento sua imagem pode ficar “arranhada” porque um fulano contou primeiro sua versão equivocada sobre aquele evento para o chefe.

Observo que devido a falta de tempo para se atentar aos dilemas de seus colaboradores, muitos chefes erram e tomam decisões equivocadas confiando na interpretação alheia. É difícil julga-los porque realmente não é fácil o exercício da liderança, mas vamos combinar que é de lascar a posição de quem esta sendo injustiçado!

Muitos lideres não foram preparados para assumir cargos de liderança, muitos deles chegaram lá porque foram excelentes técnicos, mas lidar com gente requer habilidades comportamentais específicas que passam longe das técnicas. Infelizmente em alguns casos perde-se um excelente técnico e ganha-se um péssimo líder.

Eu mesma já vivenciei os dois lados: infelizmente cometi erros interpretando situações sob minha perspectiva e também já fui inúmeras vezes mal interpretada e julgada no trabalho. A diferença é que tanto eu, quanto vários lideres quando percebemos um erro, buscamos corrigi-los imediatamente, mas infelizmente nem todo líder dá braço a torcer quando erram e a corda pode estourar para seu lado.

Pensando nisso, listei abaixo algumas dicas para lidar com essa situação de injustiça no trabalho:

1 – É importante avaliar os prós e os contras de suas reações.

Analise o que pode acontecer se falar com chefe e o que pode acontecer se não falar. As vezes ter paciência e esperar a situação “esfriar” pode te ajudar a tomar decisões melhores.

 

2 – Decidiu que vai falar com o chefe?  Primeiro planeje e saiba o que deseja e espera dele numa próxima situação. Importante que saiba disso ANTES de falar com o chefe, pois na hora da conversa te ajudara a focar na solução e não no problema.

 

3 – Pontue o fato levando ao seu superior o descontentamento justificado. Descreva situação e não interprete. Tire seu julgamento da estoria. Lembre-se de reagir de forma positiva, sendo claro e especifico na forma de comunicar.

 

4 – Não seja você pessoa que ira cometer uma injustiça com outro. Lembre-se que no trabalho não iremos gostar de todo mundo que convive conosco, mas isso não pode e nem deve ser motivo para interpretar e julgar negativamente uma situação. A capacidade de compreender que as pessoas são imperfeitas que, assim como você, apenas querem fazer um bom trabalho te ajudara a ser mais empático.

 

5 – Se você for líder, a palavra chave da liderança é ouvir, ouvir e ouvir. A liderança requer ponderação e a única forma que se consegue tal feito é através da escuta ativa. Quando alguém lhe trouxer um problema, busque se atentar ao fato em si e procure escutar os envolvidos para não cometer nenhuma injustiça no trabalho. Nem sempre você acertara, mas mesmo assim faça sua parte, pois essa e a única função do líder.

 

Perde-se muitos talentos nas empresas pela falha do líder na interpretação dos fatos.

E se você sofre de qualquer injustiça, ser paciente nessas circunstâncias não significa gostar dos golpes que recebemos, mas reconhecermos que eles fazem parte da vida e que, apesar do sofrimento que provocam, nao devemos optar pela amargura, pela vingança ou pelo desespero, e sim arregaçar as mangas e enfrentar o desafio com esperança.

A verdade sempre aparece! Confie.

 

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Você já elogiou seu chefe hoje?

Você já elogiou seu chefe hoje?

Escrevi um artigo que tratou sobre a falta de capacidade do líder elogiar um funcionário e recebi uma enxurrada de e-mails de lideres compartilhando seus dilemas e o quanto se sentem muitas vezes injustiçados no papel de lider.

É mais comum encontrar reclamação do que elogio sobre a atuação do chefe. Talvez isso venha pelo fato de que muitos deles assumiram cargos de liderança sem serem preparados para tal responsabilidade, por simplesmente perfomarem bem em suas atividades e como consequência dos bons resultados “ganham” um cargo de liderança, erro basico que ainda muitas empresas cometem, o de considerar a elevação do nivel hierárquico como uma especie de caminho “natural” de crescimento do profissional. Muitas vezes perde-se um excelente especialista e ganha-se um péssimo lider.

Realmente não é nada fácil exercer a liderança. Só sabe a complexidade da função quando se assume tal posto. E quem já assumiu esse papel fica complicado voltar atrás na carreira.

O chefe sempre foi alvo certeiro da reclamação de muitos funcionários que não se esforçam para entender seus dilemas e dificuldades para ajustar interesses pessoais de cada colaborador com os interesses da empresa.

Mas sejamos realistas, não é possivel que a maioria dos lideres sejam tão ruins assim no exercício da liderança!

De um lado o líder esta lá para orientar sua equipe na direção das metas da empresa atingindo melhores resultados com qualidade e rapidez e do outro lado esta você para fazer o trabalho com excelência, no prazo e ajuda-lo nessa caminhada.

Não parece uma troca simples? Para mim soa bem simples, mas por que tanta reclamacao do chefe?

O mal é a falta de empatia. Espera-se sempre do lider algo mais do que lhe compete. E vou além, é crescente o número de profissionais que chegam a confundir a figura do chefe como a de um pai, esperam deles uma compreensão superprotetora e depositam neles a total responsabilidade para lhes dizerem seus próximos passos profissionais. Complicado hein?

Que tal validar o bom trabalho do seu chefe hoje? Assim como voce gosta (e muitas vezes precisa) de ser elogiado pelo bom trabalho que executa, pode ser que um elogio especifico seja tudo que seu chefe precisa ouvir hoje.

Seja justo com quem faz a diferença. Esta simples mudança de atitude é extremamente valiosa para alcançar vivências mais positivas tanto na vida quanto no trabalho.

Um elogio pode transformar uma vida! Elogiar é validar as qualidades do outro, focar nos aspectos positivos, tornando-o mais seguro e confiante.

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