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Por que muitos profissionais que tem a carreira em suas próprias mãos são infelizes no trabalho? O que podemos fazer a respeito?

Por que muitos profissionais que tem a carreira em suas próprias mãos são infelizes no trabalho? O que podemos fazer a respeito?

A vida é muito curta para sermos infelizes no trabalho. Mesmo assim, inúmeros profissionais com liberdade para definir a própria carreira estão desmotivados e insatisfeitos.

A Associação Americana de Psicologia descobriu, no inicio de 2017, que, mais do que nunca, os americanos reclamam de estresse devido a política, a velocidade das mudanças e as incertezas no mundo. Mas nem sempre as pressões externas que nos jogam nos braços da infelicidade: as vezes nós mesmos fazemos isso!

Existem 3 armadilhas comuns que levam a autossabotagem:
1 – armadilha da ambição;
2 – armadilha do “dever” – fazer o que é esperado
3 – armadilha de trabalhar em excesso.

Armadilha da ambição:
O esforço para alcançar metas e promover a carreira nos motiva a dar o melhor de nós. Mas, quando a ambição é combinada com hipercompetitividade e com foco exclusivo na vitória, enfrentamos problemas. Tornamo-nos cegos ao impacto de nossas ações sobre nós mesmos e sobre os outros; os relacionamentos e a colaboração são prejudicados, começamos a buscar objetivos só para atingir metas e o trabalho perde o significado.

Armadilha do “dever”:
Fazer o que pensamos que devemos fazer em vez do que queremos de fato fazer pode nos prejudicar em algum momento da vida profissional. É verdade que algumas das regras não escritas são positivas e acabam moldando nossa carreira, como por exemplo terminar estudo para ajudar família, ser pontual e educado no trabalho. Mas muitas das normas no trabalho que chamamos de “deveres” forçam-nos a fazer escolhas que minam nosso potencial e sufocam nossos sonhos.

Para serem bem sucedidas na maioria das empresas, as pessoas obedecem a determinadas regras, como a forma de se vestir, de conversar, as pessoas com quem se relacionar e, às vezes, o estilo de vida fora do trabalho.
É um tal de nunca revelar a vida pessoal no trabalho porque era evidente que, na empresa as pessoas não aceitariam seu estilo de vida.
Se enxergarmos a carreira como um jogo então teremos um problemão. O fato de ter desconexão entre sua vida e a missão da empresa é a causa da infelicidade.

Viver escondido torna qualquer um infeliz e, conforme o comprometimento diminui e o desagrado com o trabalho e com colega acaba prejudicando desempenho profissional.

Armadilha da hora extra:
Diante da pressao do trabalho “sempre conectado” do seculo 21, algumas pessoas reagem passando cada momento de vigília trabalhando ou pensando em trabalho.

Não temos tempo para amigos, exercícios, alimentos saudáveis ou sono. Não brincamos com os filhos, nem mesmo os escutamos. Não ficamos em casa quando estamos doentes. Não reservamos tempo para conhecer as pessoas no trabalho ou nos colocar no lugar delas antes de tirar as conclusões.

O trabalho excessivo nos suga para uma espiral de negatividade: mais trabalho causa mais estresse, o aumento do estresse faz com que diminua a velocidade do cérebro, comprometendo nossa inteligencia emocional; e menos criatividade e habilidades para lidar com pessoas prejudica nossa capacidade de realização.

O trabalho excessivo seduz porque ainda é enaltecido em muitas empresas. Muitos funcionários sobrecarregados acham que trabalhar mais alivia o estresse, se terminarem o projeto ou relatório, a sensação de descontrole diminuirá. Mas evidentemente o trabalho nunca termina!

O que podemos fazer a respeito dessas armadilhas?
O primeiro passo é libertar-se e aceitar que você merece ser feliz no trabalho. Isso implica desistir da crença equivocada de que ele não pode ser uma fonte fundamental de satisfação.

O trabalho pode ser uma fonte real de felicidade desde que seja alimentado por um propósito significativo, uma visão esperançosa do futuro e amizades que te estimulem a crescer.

É de sua responsabilidade encontrar esse propósito, afinal ele é diferente para cada um de nós! E ai? Está esperando o que?

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Quantos “pés na bunda” você precisa levar para entender que  acabou seu período nesta empresa?

Quantos “pés na bunda” você precisa levar para entender que acabou seu período nesta empresa?

Seja nos relacionamentos amorosos e até mesmo nas relações de trabalho, existem sinais que indicam que realmente acabou seu período naquele lugar e que insistir não te levara a lugar nenhum.

As vezes não queremos aceitar a realidade, afinal de contas lutamos tanto por aquela promoção na empresa, lutamos para sermos reconhecidos, respeitados, valorizados, queremos ter paciência e aguardar mais um pouquinho pois temos esperança de que “quem espera sempre alcança”.

Mas nem sempre esse ditado corresponde a verdade. Quantos “pés na bunda” você terá que levar para entender que é preciso saber colocar um ponto final e aceitar que naquela empresa as coisas não vão adiante como gostaríamos.

Em minha prática com treinamentos pelas empresas, vejo que muitos profissionais cresceram demais para suas empresas, chegaram com algumas competências e no decorrer dos anos de trabalho foram estudando, se aperfeiçoando, adquirindo novas habilidades técnicas e comportamentais e por isso ficaram “enormes” para suas empresas e as mesmas não tem mais condições de retribuir esse crescimento, seja na forma de remuneração, reconhecimento ou oportunidades.

Se você é um desses profissionais que sente que cresceu demais e já não cabe na estrutura de sua empresa, entenda que provavelmente eles jamais irão te demitir, afinal de contas é sempre muito bom ter profissionais competentes por perto, então meu caro, chegou momento de você tomar uma decisão.

Não se trata de falta de visão e tampouco má vontade de sua empresa em não atender suas solicitações, simplesmente ela não conseguira retribuir pela sua entrega. Simples assim. Você que cresceu demais e está na hora de mudar de empresa (se deseja continuar crescendo) pois sua empresa não mudaraá por você.

Por mais que ame trabalhar naquele lugar, sua empresa não mudara de estratégia para te absorver. Não existem lugares de diretores e presidentes para todos vocês! E veja bem, esses cargos não representam o sucesso para todo mundo, por isso que a responsabilidade do tal planejamento de carreira é de cada profissional e não da empresa.

Mas qual é o limite que devemos esperar ou desistir de algo? Se desistir de um objetivo, como saber se desistiu cedo demais?
 Se insistir, como saber se esta perdendo seu precioso tempo em algo que nao vai dar em nada?
É muito dificil dar respostas pragmaticas, afinal cada caso é um caso. Aqui vão alguns sinais de que você cresceu demais para sua empresa:

1 – Você tem domínio pleno sobre seu trabalho, não tem novos desafios e pelo menos ha mais de um ano não aprende nada de novo;

2 – Há mais de três anos você é referência na empresa sobre um determinado assunto ou tarefa – as pessoas te procuram para resolver seus problemas (e você resolve!), mas até o momento não assumiu nenhum cargo de liderança ou foi promovido como especialista sênior no assunto.

3 – Aquele aumento salarial não chega nunca! Você já comprovou que entrega mais do que suas metas exigem, já pediu um aumento salarial, mas esta sendo enrolado?
Ha três informações importantes que todo profissional precisa saber sobre definição do seu salario:
1 – Quanto as pessoas ganham naquela empresa?
2 – Quanto as outras pessoas ganham em empresas similares?
3 – Quanto sua empresa ganha? (para saber se pode arcar com seu salario)
Se funcionário mostrou bom desempenho, algo além das expectativas, por que não recompensá-lo? Pode ser mesmo que sua empresa não pode pagar pelo seu novo passe no mercado.

Chega uma época em que devemos abrir mão de certas metas que tínhamos nessa empresa e concentrar nossas energias nas novas etapas, deixando de lado o que tínhamos planejado no passado. Está na hora de mudar o rumo e decidir algo diferente!

É necessário que experimentemos esses momentos de mudança. Toda atividade tem um tempo determinado, nossa responsabilidade é tomar as melhores e mais sábias decisões neste período.

O crescimento é necessário e importante na vida de qualquer profissional. Não tenha medo de crescer e ficar enorme para sua empresa. Chega de frustração e não alcançar seus objetivos profissionais.

Você é único capaz de identificar se ainda há chance nesta sua atual empresa. O mercado de trabalho é grande e existem varias empresas que atendem aos diversos interesses dos profissionais em seus momentos de vida. Nos resta saber escolher a empresa certa e tomar uma decisão.

Você não precisa de nenhum pé na bunda para tomar as rédeas de sua carreira, mas as vezes é necessário para te empurrar pra frente! Seja corajoso.

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Como fica o trabalho quando seu coração está partido?

Como fica o trabalho quando seu coração está partido?

Quando você sofre um acidente de qualquer tipo, quebra qualquer membro do corpo, seja um braço ou uma perna, vai direto para hospital, coloca gesso no membro quebrado e fica em repouso em casa, longe do trabalho por alguns dias ate se recuperar, mas e quando você quebra o coração?

Me refiro a essa expressão “quebrar o coração” não no sentido pejorativo e julgador da palavra, mas quem nunca passou por situações pessoais complicadas nesta vida?

Há tempo atrás falávamos em equilíbrio entre vida pessoal e profissional, hoje falamos em integração, afinal essa linha divisória já não existe mais.

Quando a gente sofre qualquer decepção na vida, as marcas são inevitáveis.
Pode ser que você tenha terminado um relacionamento amoroso, que você foi traído(a), levou um “pé na bunda” ou ate mesmo esteja passando por um divórcio.

E ai? Como fazer para manter bom desempenho nesses momentos que está com coração partido? Nossa atrasada CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) não prevê licença para este tipo de dor. E confie em mim, penso que deveria!

Está na hora de sermos mais humano no trabalho.

Esses dias estava numa empresa atendendo uma executiva de um grande banco, quando a mesma foi avisada por telefone que seu ex-marido (cuja briga pela guarda filhos estava nas mãos da justiça), buscou seus filhos na escola e estava indo para aeroporto pois pretendia fugir com as crianças. Foi aquele desespero! Você acha que essa executiva iria performar na empresa? Nem em sonho!

Eu sei que você é um bom profissional e não deixa a peteca cair no trabalho mesmo com suas emoções abaladas, mas quando estamos numa situação pessoal complicada é natural que respingue um pouco na sua performance. Ninguém é de ferro.

Dependendo do ocorrido você até consegue tirar uns dias de folga do trabalho para se recuperar do choque, mas entenda que algumas dores emocionais podem demorar um bom tempo para curar e ate lá você tem responsabilidades no trabalho.

Você não pode controlar a maior parte das influências de sua vida, mas você tem controle absoluto sobre o que elas significam para você.

Primeiro saia do buraco!
Algumas pessoas são afortunadas o suficiente para não se preocuparem com dores emocionais. Mas mesmo para esses poucos, a busca pelas causas da dor emocional tem poucas chances de aliviar essa dor.
Saber como você foi parar no buraco não vai ajudá-lo a sair de lá, mas pode ajudá-lo a evitar outros buracos no futuro. Então, saia do buraco primeiro e considere como evitar outro buraco depois. Ao invés de focar nas possíveis causas da dor e da vulnerabilidade, tente descobrir o que cada incidente doloroso significa para você e em que você quer melhorar. Mas faça isso com autocompaixão, e não com autocrítica.

A preocupação com as causas da dor emocional tende a nos causar ainda mais dor e amargura. O segredo é não ruminar o acontecido, por mais difícil que isso pareça ser quando você está vivendo a situação. Essa postura contudo, nunca traz qualquer resultado construtivo, mas implica em imensa perda de “tempo mental”, ou seja, aquele tempo que você poderia estar usando para se concentrar em algo mais produtivo, mas escolhe dedicar pensando em algo que não resultará em qualquer fruto positivo. Fazemos isso por puro orgulho!

Se você quer obter resultados mais produtivos e consistentes, entretanto, deixe os momentos de dor emocional passarem rapidamente, não fique pensando na situação, nem refletindo sobre suas causas e motivos. Recupere-se emocionalmente e depois, já fora do buraco, se você quiser parar e refletir sobre o ocorrido, você o fará com outra cabeça e com muito mais discernimento.

Tudo começa em nossa mente e nosso pensamento. Procurar direcionar sua atenção para se concentrar na execução de qualquer tarefa ou atividade. Uma por uma, passo a passo. Gosto do conceito de um dia por vez. É uma maneira que pode te ajudar no trabalho durante período de dores emocionais.

Se você é líder ou colega de alguém que esteja com coração partido no trabalho, busque ter empatia e pare de julgar, o próximo poderá ser você e só entende as dificuldades de dores emocionais quem já passou por situação semelhante.

O objetivo deste artigo é torná-lo ciente que tem a força e a resiliência para superar essa dor com o tempo. Que você reconheça sua fragilidade humana e utilize tudo o que acontece contigo para aprender, crescer e avançar na vida.

Que você tenha uma rápida recuperação e cura para sua dor emocional.

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Será que eu sou próximo a ser demitido?

Será que eu sou próximo a ser demitido?

O aumento do desemprego e uma crise econômica e politica instalada no Brasil, uma duvida paira e assombra a cabeça de muitos trabalhadores: Será que sou o próximo a ser demitido?

Com esse sentimento de incerteza é natural que todos queiram se preparar para imprevistos como uma demissão.

Mas muito cuidado nessa hora: a paranoia pode ser sua maior inimiga e minar ainda mais a sua produtividade. É preciso saber colocar na balança quais são realmente os indicadores de que você está na corda bamba. Veja bem, as vezes esses “sinais” de uma demissão eminente não estão direcionados especificamente na sua direção em decorrência do seu desempenho ou comportamento, mas pode respingar em você, pois empresa pode precisar demitir e reestruturar para conseguir sobreviver no mercado.

Sinto muito, mas faz parte do jogo!

Muitas empresas tem planejamento e fôlego financeiro para manter sua estratégia por um bom tempo, mas infelizmente não é a realidade da maioria das empresas. Lamento de verdade que ainda no Brasil o planejamento a longo prazo seja visto como “perda de tempo” e algumas empresas só reagem ao agora e mantem estratégias a curto prazo.

É importante entender que uma demissão faz parte do jogo corporativo, assim como você foi contratado, promovido, uma demissão também pode acontecer na sua carreira, e isso é perfeitamente normal.

Sejamos realistas, mesmo nas épocas boas, para se manterem competitivas algumas demissões são necessárias, ajudam a proteger os interesses dos acionistas e a evitar demissões ainda maiores no futuro.

Não adianta se preocupar com algo que não pode controlar. É exatamente nesse momento de crise e incerteza que os inteligentes emocionalmente se destacam, pois conseguem manter equilíbrio perante situação desconfortável.

A crise é momento muito bom na carreira para aqueles que se prepararam, estudaram e geram resultados a curto prazo, por isso momento de crise para esse profissional “chave” é valioso, é momento de alcançar aquilo que deseja profissionalmente, afinal são nesses momentos complexos de crise que as empresas buscam e disputam por esse profissional competente capaz de enxergar alternativa para tirar empresa do buraco ou não deixa-la cair de vez.

Mas não é a realidade da maioria das pessoas, infelizmente. E você? O que faria se fosse demitido hoje?

Não espere ser demitido para se preparar! Comece checando como estão suas contas a pagar e controle financeiro em casa. Uma boa visão financeira a longo prazo pode ajudar a manter a calma em momentos de pressão. Comece agora a planejar uma estratégia de gestão de crise coerente.

Muitas vezes em meio a momentos conturbados quando não se tem norte de planejamento, são tomadas decisões precipitadas e às vezes irreversíveis.

As boas novas é que você ainda não foi demitido, e nem sabemos se isso acontecerá contigo, portanto, continue fazendo seu trabalho da melhor forma que consegue fazer! Não tem receita magica: dedicação, proatividade e envolvimento no negocio são competências requeridas em qualquer negocio.

Independentemente se sua empresa esteja realizando cortes sempre é hora de mostrar seu talento como profissional. Encontre as infinitas possibilidades para nadar contra a mare de crise que assola esse pais.

Afinal de contas momentos conturbados são excelentes oportunidades para mostrar ao mundo porque merece ocupar esse cargo na empresa. Já que por enquanto não temos outra alternativa a não ser o trabalho, então o façamos com excelência! Mãos a obra!

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O futuro próximo do trabalho com CLT descomplicada. Como você encontrará habilidades para lidar com reforma trabalhista?

O futuro próximo do trabalho com CLT descomplicada. Como você encontrará habilidades para lidar com reforma trabalhista?

Há um temor de que as mudanças propostas para a reforma trabalhista elimine empregos. E é acompanhado de um nervosismo ainda maior em relação a interpretação (na minha opinião, equivocada) de que cada trabalhador ira perder os direitos adquiridos ao longo de tanta luta no passado.

É preciso ajustar a lupa para enxergar com clareza o que está por vir no que se refere ao mercado de trabalho.

Nossa CLT foi concebida e promulgada numa época em que nem a máquina de escrever elétrica existia, é fato que suas diretrizes não comportam com o que vivenciamos hoje. Há 20 anos, havia menos de 700 mil robôs industriais em todo o mundo, segundo a International Federation of Robotics; hoje, há 1,8 milhão, e o numero pode chegar a 2,6 milhões até 2019. A produção manufatureira também cresceu, mas o emprego no setor caiu em várias economias avançadas. A tecnologia foi uma das causas dessas mudanças, mas não a única. Já observamos as impressoras 3D, biotecnologia e inteligência artificial vão afetar várias industrias. Tudo isso pode acontecer mais rápido do que esperamos.

Com a internet, você ganha o mundo de concorrente. Especialistas dizem que a tecnologia poderá substituir os seres humanos em todos os setores.
Em uma pesquisa pela PWC com mais de 5 mil pessoas do público em geral, em 22 países, 79% acreditam que a tecnologia provocaraá redução de emprego nos próximos cinco anos.

Não surpreende que as pessoas estejam apreensivas. E a preocupação deveria ser com esse futuro próximo sobre escassez e mudança do trabalho e não sobre perpetuar direitos e deveres da CLT e até algumas regalias trabalhistas que jamais se sustentarão nesse mundo atual.

O objetivo desse artigo não é discutir as pequenas mudanças propostas em nossa CLT atrasada, que sob meu parecer parecem distantes da prática de mercado atual e que tanto travam o crescimento do país. Minha visão é mais simples e não simplista, em que um acordo estabelecido entre empregador e empregado pode flexibilizar e deixar mais interessante o trabalho para aqueles que tem competência e talento. Essa pratica já acontece em países desenvolvidos.

Quero proporcionar uma reflexão importante sobre futuro próximo do mercado de trabalho e checar se você está pronto para essa realidade? Como você encontrará habilidades mais escassas como liderança, criatividade e adaptabilidade, necessárias para sua empresa inovar e construir uma diferenciação no mercado?

A tecnologia também cria empregos e até novas versões de antigos trabalhos. Alguns trabalhos desaparecerão, outros não, mas a natureza deles mudará. Computadores superam os seres humanos em larga escala quando se trata de analisar grandes volumes de dados brutos. Mas eles não tem intuição, empatia e criatividade, características necessárias para dar sentido a esses dados.

Há várias razões para as organizações continuarem precisando de pessoas, afinal a tecnologia não consegue reproduzir atividades complexas e intuitivas. Mais uma vez as habilidades comportamentais farão toda a diferença no mundo corporativo.

No fim das contas, o que as empresas precisam é de talentos e de gente que gera resultado. Você já parou para pensar se o seu trabalho atual ira desaparecer, mudar ou se reinventar? E você acha que a CLT vigente vai garantir sua vaga de trabalho? Jamais! Esta na hora de começar a expandir seus horizontes e desapegar de antigos pensamentos sobre o trabalho de ontem.

É difícil encontrar profissionais criativos, inovadores e com inteligência emocional. Que tal começar a focar a desenvolver tais competências? As habilidades comportamentais desse futuro próximo do trabalho você não compra em nenhum lugar, não pode herdar e ninguém pode doar tais competências à você: saiba que terá que desenvolve-las.

Na era da revolução tecnológica, os talentosos nas competências comportamentais, como sempre, triunfarão. E ai? Vamos nessa?

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Quanto você deveria estar ganhando hoje? Você ganha ou faz dinheiro?

Hoje fiz essa pergunta aos meus alunos de MBA: quanto eles deveriam estar ganhando hoje em suas carreiras? Não como meta do próximo passo de carreira e sim hoje quanto eles deveriam estar ganhando pelo trabalho que fazem.

Quase que por unanimidade meus alunos acreditam que estão ganhando menos do que mereciam. Somente 4 alunos dos 50 presentes na aula estavam satisfeitos com salário atual e ninguém achava que estava ganhando mais do que deveria.

É muito importante para nossa carreira estabelecermos metas profissionais financeiras, nossos próximos passos na carreira, e mais importante ainda termos noção de quais competências temos que desenvolver para alcançar essas tais metas profissionais.

Todos nós merecemos uma vida melhor e digna, isso não significa que a terá de mão beijada, você terá que lutar por isso. No Brasil temos uma sutileza que começa no verbo que usamos sobre retorno do trabalho, por aqui o termo que mais empregamos é “ganhar dinheiro”. Por que não usamos termo correto que é “fazer dinheiro”?

Quando pensamos em “ganhar” qualquer coisa, trata-se de algo inesperado, ganhamos um presente, ganhamos na loteria, ganhamos uma surpresa, mas em relação ao retorno do seu trabalho você não ganha nada, você vai lá e cria esse recurso. Esse termo “ganhar dinheiro” demonstra de certa forma uma atitude mais passiva, de esperar que as coisas aconteçam, que queremos é que o dinheiro chegue até nós, mas não demonstramos interesse em ir até ele, procurá-lo, “criá-lo”, quando usamos tais expressões.

Essa simples sutileza de mudar o verbo de “ganhar” para “fazer” dinheiro, possui em si um significado já bastante forte e gera postura mais ativa no sentido de “eu quero que o dinheiro venha até mim e conseguirei criar essa realidade”.

Pense na sua própria vida. Recomendo que se faça uma auto análise dizendo a si mesmo a verdade sobre sua realidade atual, sobre seu comprometimento e resultados que gera para sua empresa. Faça isso sem julgamentos ou críticas, onde está nesse exato momento em relação ao que deseja para sua carreira.

O objetivo aqui é, além de testar sua capacidade de distinguir entre o ideal de salário que deveria estar ganhando e o que acontece na realidade em relação a sua carreira hoje, é despertar em você sobre quanto precisa aprender a fim de criar as oportunidades de fazer mais dinheiro em sua vida.

Sendo assim, se considera que não esta fazendo dinheiro suficiente hoje em sua carreira, comece fazendo uma simples lista de formas de fazer dinheiro, importante descrever ações que dependem de você (afinal não adianta contar com algo que não pode controlar, como esperar aumento salarial do chefe) e que podem gerar resultados financeiros.

Perceba bem um ponto importante, não são somente formas aleatórias e amplas de fazer dinheiro, mas formas de fazer dinheiro que você poderia empregar em seu dia-a-dia para atingir seus objetivos financeiros.

Depois disso, que tal selecionar as ações de acordo com a afinidade que possui e comece a descrever passo a passo de cada uma das formas para fazer dinheiro. Se você realmente quer fazer mais dinheiro, você precisa correr atrás!
O que você prefere? “fazer” ou “ganhar” dinheiro?

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Por que não podemos simplesmente pedir demissão e sair  porta afora para fazer algo novo?

Por que não podemos simplesmente pedir demissão e sair porta afora para fazer algo novo?

O que não nos falta são historias corajosas de profissionais que largaram “tudo” para seguir numa nova carreira com significado.

Embora algumas pessoas se sintam inspiradas por essas historias corajosas de mudança de carreira, outras se sentem incapazes e até intimidadas. Por que?

Porque apesar de sonharmos com uma mudança de carreira, muitas vezes nos falta coragem para isso. Metade dos trabalhadores ocidentais esta insatisfeita com seus empregos, mas cerca de um quarto dessas pessoas é temerosa demais para embarcar em qualquer mudança, aprisionadas por seus medos e sua falta de confiança.

“Se o mergulhador preocupa-se apensa com tubarão, jamais colocara as mãos na perola” disse Sa’di, um poeta do século XIII. Belas palavras, mas esse tubarão pode estar constantemente em nossas mentes, impedindo-nos de mergulhar num futuro diferente, principalmente em momentos de crise econômica a qual o Brasil esta atravessando.

Não sei se é seu caso, mas em minha pratica como coach de carreira, a maioria dos profissionais já identificou uma variedade de carreiras com perspectiva de um trabalho realizador. Mas como criar coragem para mudar?

Como fazer as escolhas certas ao longo do caminho? Primeiro passo é checar a forma como pensa sobre você e sua carreira. Então pensamento positivo é a solução?

Embora nossos pensamentos influenciem nosso humor, comportamentos e reações físicas, o pensamento positivo NÃO é a solução para os problemas da vida. A maioria das pessoas ansiosas (eu me incluo nessa) ficam muito irritadas quando ouvem alguém dizer que “ter apenas pensamentos positivos” é a saída.

Pensar não é o mesmo que fazer. Para dar o primeiro passo em rumo ao desconhecido requer muito mais do que nos alimentarmos de pensamento positivo. O que me refiro para checar a forma como pensa sobre você e sua carreira é compreender de fato a psicologia do medo, e por que a ideia de mudar de profissão pode criar tanta ansiedade.

Acredito que tememos que o trabalho novo não nos ofereça satisfação esperada, ou que não sejamos bem sucedidos no novo campo, ou que estamos velhos demais para mudar ou que não possamos assumir risco econômico, ou então que não possamos retornar ao nosso antigo emprego caso o plano não dê certo.

Entender primeiro qual é o seu medo, te deixará confiante para agir na direção do que realmente deseja.

Comece testando na realidade, assumindo projetos desse novo rumo profissional em paralelo com sua atividade principal. Uma coisa é você achar que tem talento para algo, outra coisa é vivenciar a realidade. Vale a ressalva de que esse projeto no inicio provavelmente não será remunerado. Eu mesma quando senti vontade de iniciar carreira como professora e ministrar aulas, procurei um coordenador da universidade que tinha estudado e me candidatei a ser monitora de outro professor, aos poucos comecei a preparar aulas e por mais de ano ministrei aulas gratuitamente para adquirir experiência. Fiz isso em paralelo ao meu trabalho como executiva numa empresa multinacional na época. Após esse período mostrando bons resultados na avaliação dos alunos, fui contratada como professora da universidade e então comecei minha mudança de carreira.

Faca uma reserva financeira para manter seu padrão de vida por pelo menos um ano de trabalho. Essa questão é a mais complexa para nossa realidade brasileira. É exatamente por esse motivo que a maioria dos brasileiros insatisfeitos com trabalho atual não podem simplesmente largar tudo e recomeçar em algo novo, pois temos contas a pagar. Ter responsabilidades financeiras e familiares não é um privilegio exclusivo seu!
Na boa, até quando essa realidade de “aguentar meu trabalho atual porque tenho contas a pagar” servirá como uma desculpa para você não se mover?

Quando é que vai começar a se mexer e colocar foco e energia em algo que realmente faca diferença tanto na sua vida, quanto na vida das demais pessoas?

Quase todo mundo que contempla uma mudança de carreira se sente profundamente ansioso frente a essa possibilidade. A grande sacada é começar a agir! Faça algo por você hoje. Não tenha medo de ser iniciante numa nova carreira, tenha medo de nunca começar.

PS: Dados de pesquisa desse artigo foram coletados do Dream Research (www.opp.eu.com)

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Em busca de otários: O dia seguinte da palestra de motivação!

Quando as coisas não vão muito bem na empresa, as metas de vendas não estão sendo alcançadas ou o clima anda pesado demais no trabalho, é muito comum as empresas recorrerem a uma solução: contratam uma palestra de motivação!

Motivação significa motivo para ação, é intrínseco, de dentro para fora, portanto jamais poderemos motivar os outros. É de sua responsabilidade agir na direção do seu motivo. O seu chefe pode e deve gerar um estímulo correto para que você tenha “motivo para ação”, mas você é o único responsável pela sua motivação.

Não confundam motivação com animação!
A confusão acontece quando as empresas contratam uma palestra motivacional (e pagam pequenas fortunas para isso) com a promessa de resolver todos seus problemas internos relacionados as pessoas, mas o que conseguem ao final do evento são colaboradores animados e energizados saindo do auditório da empresa apos 1 hora de show e entretenimento.

Essa animação tem curtíssima validade, custa caro e tem pouca aplicabilidade no dia a dia. Eu atuo nessa área de palestras e treinamentos ha muitos anos e toda vez que uma empresa me solicita uma “palestra motivacional” sempre oriento para que escolham certo o trabalho mais adequado para atingir os objetivos da empresa naquele momento.

Por exemplo, se a empresa quer uma injeção de ânimo nos colaboradores, estimular e provocar novas ideias, novas perspectivas e gerar novos insights, então contrate uma palestra motivacional.
Agora, se empresa tem como objetivo trabalhar aspectos comportamentais mais profundos, tais como, comprometimento das pessoas, problemas de relacionamento interpessoal, trabalho em equipe, conflitos internos, dentre outros, então deve-se investir em treinamentos, especificamente em programas de longo prazo e não somente um único dia de treinamento, afinal, quando falamos de pessoas, o treinamento não é um remédio e sim um tratamento.

Motivação não é animação, nem estado de espirito e não tem a ver com humor.
Conheço várias pessoas que estão tristes e apesar disso continuam motivadas, ou seja, seguem trabalhando na direção de seus objetivos. Também conheço muitos profissionais animados e divertidos, mas que são desmotivados, pois além de não terem metas pessoais estabelecidas, não sabem as razões e nem o motivo porque estão trabalhando.

Motivação é uma temática que deriva da administração, tem fundamento científico e teorias consolidadas. Cuidado com os atalhos oferecidos por pseudos “gurus” que prometem resolver todos seus problemas de motivação num passe de mágica.

Com a vinda da internet então nem se fala. Qualquer aventureiro com mínimo de dinheiro faz fama viral, se vende como o “guru dos gurus” da administração, usando técnicas certeiras de marketing para vender algo que não vai funcionar pelo simples fato do assunto não ser tão simples assim.

Se a gurulândia anda solta na internet é porque tem gente que consome! Isso sempre existiu e está longe de acabar. Muitos profissionais querem respostas imediatas para seus problemas mais complexos.

Ganha-se muito dinheiro prometendo resultados imediatos e no dia seguinte o que acontece? Depois de consumir e gastar seu rico dinheirinho com essas “facilidades” que não funcionam, vem a realidade e joga na sua cara que não deu certo. E o que é pior, você se sente culpado achando que não seguiu corretamente as “instruções” que lhe foram passadas.

Importante esclarecer que soluções imediatas para assuntos de comportamento e gestão de pessoas simplesmente não existem!
Quem é otário? Quem vende ou quem compra e acredita nessas facilidades? O critério deve ser seu.

Se esta desmotivado, está na hora de parar e rever suas escolhas profissionais e decidir por uma meta clara, mensurável e específica para assim conseguir começar num processo de mudança. Isso requer tempo! Para mudar sua realidade atual também vai requerer tempo, foco e dedicação.

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Uma carta para seu chefe machista

Uma carta para seu chefe machista
Escrevi uma carta com base nos relatos que recebo de muitas mulheres executivas e que deveria ser enviada para todo chefe que insiste em dizer “não sou machista”:
Caro chefe,
Eu fui para contratada para cuidar das necessidades que a empresa considera urgentes. Vocês tomaram a decisão de me contratar porque chegaram a conclusão de que precisavam de alguém com minha competência e experiência e eu fui a pessoa mais indicada para te ajudar.
Você me contratou para fazer um excelente trabalho, porém, mais importante que isso, você me contratou para pensar, usar meu discernimento e agir segundo o interesse da empresa em todos os momentos. Portanto, peço que me veja como profissional, independente do gênero, cor, raça ou sexualidade.
Um conjunto de comentários machistas torna “pesado” um ambiente que não é frequentado só por homens. Ouvir piadinhas pelos corredores tais como “capricha no decote pra ganhar o cliente”; “Aproveita que está de saia e peça o que quer”; “Além de inteligente é bonita”; e outros similares não soam nada agradável aos meus ouvidos.
Minhas conquistas profissionais também não dependem do status do meu relacionamento. O fato de estar solteira ou divorciada não podem me atribuir o status de “encalhada, mal amada, infeliz” e afins. Ter alcançado um cargo estratégico e especial também não significa que foi em decorrência de ter “dormido” com alguém da empresa.
Entendo que são comentários “inofensivos” e veja bem, o fato de escrever sobre eles não indica que perdi meu senso de humor, que sou politicamente correta, muito menos que sou “sensível demais”, estou na TPM, sou chata, mal comida, mal amada ou exagerada (ahh esses pensamentos também tem cunho machista), significa que chegou momento de encararmos que machismo ainda esta enraizado na empresa e precisamos crescer de uma vez por todas.
Ter atitudes e pensamentos machistas não significa que você seja uma pessoa horrível, mas saiba que está reproduzindo o que nossa sociedade tem como norma e está na hora de prestar atenção nisso para não repetir. É um longo processo de desconstrução. Vai ser chato. Mas tem que acontecer.
Não quero ser cortada do processo seletivo para uma promoção a um cargo de maior responsabilidade porque talvez num futuro próximo eu queira experimentar a maternidade. Também quero ajuste salarial adequado, afinal não e justo que as mulheres ganhem 30% a menos que os homens desempenhando a mesma função e atingindo as mesmas metas.
Meus filhos e minha família sempre virão em primeiro lugar, isso não quer dizer que não me preocupe com a empresa, quer dizer que em alguns momentos precisarei de flexibilidade de horário. Quero que entenda que ser flexível com as pessoas no trabalho não muda o resultado final, eu continuarei fazendo meu trabalho com excelência e assim terá chance de confirmar que fez uma boa escolha ao me contratar.
Sim chefe, eu menstruo todo mês e as vezes tenho cólicas terríveis! Me cuido e tomo medicação, e isso altera meu humor. Veja bem, você também altera seu humor inúmeras vezes, até com mais frequência que eu e isto é visto como “normal” ou “hoje não é um bom dia para falar com o chefe”. Entenda que trata-se apenas de um aspecto fisiológico da mulher, não um “problema” a ser resolvido.
O importante é que você, como um bom gestor de pessoas, atento as diferenças e respeitando nossas individualidades, consiga que rendamos o máximo, de modo a sermos produtivos e felizes no ambiente corporativo.
Além disso, há uma responsabilidade da maior importância no exercício da liderança que você precisa ter sempre em mente quando se tem homens e mulheres trabalhando em seu time: “em se tratando de competência e desempenho, não há diferença de gênero. Somos iguais”.
O mercado de trabalho é de quem comprova competência e ponto final!
Atenciosamente,
A profissional de sua equipe

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